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segunda-feira, 3 de março de 2014 Cinema, Oscar | 02:30

Está aberto o Termômetro Oscar 2015!

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terça-feira, 12 de agosto de 2014 Cinema | 21:00

Adeus, Lauren Bacall…

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1924-2014

“Lendas são tudo a ver com o passado e nada a ver com o presente.”

Lauren Bacall

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segunda-feira, 11 de agosto de 2014 Cinema | 20:00

Adeus, Robin Williams…

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1951-2014

“Não importa o que as pessoas lhe digam, palavras e ideias podem mudar o mundo.”

Robin Williams

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sábado, 24 de maio de 2014 Cannes 2013, Cinema, Oscar | 16:00

7 breves fatos que aprendemos com o Festival de Cannes 2014 para o Oscar 2015!

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Em toda edição do Festival de Cannes temos algo a aprender para o Oscar do ano seguinte. Conheça os 7 breves fatos que aprendemos com Cannes 2014 para o Oscar 2015, abaixo:

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FATO 1 – “Grace: A Princesa de Mônaco” é muito ruim! Os críticos agora afirmam com certeza  que esse foi o pior filme já escolhido para abrir o Festival – o que é uma pena! Tivemos altas expectativas desde o anúncio de Nicole Kidman no papel principal.

Apesar dos pesares, o longa pode conseguir algo no Oscar 2015 através dos vastos figurinos de época – dessa forma, não descartamos o longa na corrida de Melhor Figurino e Melhor Direção de Arte. Mas devemos dar adeus para Nicole em sua corrida pela estatueta de Melhor Atriz. Leia mais »

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Cannes 2013, Cinema | 14:00

“WINTER SLEEP” ganha a Palma de Ouro do Festival de Cannes 2014! “Maps To The Stars”, “Foxcatcher” e “Mr. Turner” também são premiados!

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E mais um Festival de Cannes chega ao fim. É triste quando acaba, mas é bom sempre lembrar que ano que vem teremos mais uma edição!

Os resultados votados pelo Júri presidido por Jane Campion foram revelados, houve algumas omissões e prêmios que foram realmente merecidos.

Lembrando que muitos consideram Cannes como o ponto inicial para a corrida do Oscar 2015.

Confira todos os vencedores desse ano, abaixo:

PALMA DE OURO: “WINTER SLEEP” de Nuri Bilge Ceylan

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COMENTÁRIO: Boas chances de vermos numa corrida para Melhor Filme Estrangeiro se for escolhido pela Turquia como seu representante.

GRANDE PRÊMIO: “LE MERAVIGLIE” (Les Merveilles/The Wonders) de Alice Rohrwacher

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MELHOR ATRIZ: Julianne Moore por “MAPS TO THE STARS”

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Prêmio de Melhor Atriz recebido pelo roteirista Bruce Wagner.

COMENTÁRIO: Como dissemos no dia 6, o filme teve mais destaque pela atuação de Moore. Ela agora sai na frente na corrida de Melhor Atriz (mas ainda não sabemos se o estúdio colocará a sua candidatura como coadjuvante ou protagonista).

MELHOR ATOR: Timothy Spall por “MR TURNER”

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COMENTÁRIO: Timothy também sai na dianteira em busca do Oscar 2015 de Melhor Ator.

MELHOR ROTEIRO: Andrey Zvyagintsev & Oleg Negin por “LEVIATHAN”

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MELHOR DIRETOR : Bennett Miller por “FOXCATCHER”

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COMENTÁRIO: Algo nos diz que a vaga de Miller para Melhor Diretor está bem garantida na corrida do Oscar 2015.

PRÊMIO DO JÚRI (EMPATE): “MOMMY” de Xavier Dolan & “ADIEU AU LANGAGE” de Jean-Luc Godard

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CÂMERA DE OURO: “PARTY GIRL” de C. Burger, M. Amachoukeli, S. Theis

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PALMA DE OURO PARA CURTA-METRAGEM: “LEIDI” de Simón Mesa Soto

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quarta-feira, 21 de maio de 2014 Cannes 2013, Cinema | 20:00

Festival de Cannes 2014 – Dia 8: Depois de “O Artista”, Michel Hazanavicius joga um balde de água fria com “The Search” e decepciona os críticos!

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Michel Hazanavicius and Bérénice Bejo during the photocall for The Search at the 67th Cannes film

Vamos voltar no tempo, em Cannes… Em 2011, um filme de um diretor aparentemente desconhecido para o mundo estreava no festival: “O Artista”. Assim, o diretor Michel Hazanavicius se tornava uma verdadeira revelação do cinema e em menos de 10 meses, ele subia ao palco do Oscar 2012 para receber a sua estatueta.

Por isso, a notícia de que o novo filme de Michel pós-o-Artista seria lançado esse ano, em Cannes, parecia altamente promissor. Os críticos começaram a criar altas expectativas e passaram (naturalmente) a trilhar uma nova corrida para o Oscar 2015. Mas como dizem, uma ótima experiência, dificilmente, se repete duas vezes…

O longa “The Search” passa-se durante a segunda guerra da Chechênia, em 1999. Conta, à escala humana, a história de quatro destinos que a guerra vai cruzar. Depois do assassinato dos pais na sua aldeia, um rapaz junta-se à maré de refugiados. Encontra a Carole (Bérénice Bejo), responsável de missão para a União Europeia. Com ela, volta pouco a pouco à vida. Paralelamente a Raïssa, a irmã mais velha, procura-o ativamente entre os exilados.  O Kolia, jovem russo de 20 anos, é chamado para o exército. E pouco a pouco, também vai entrar na rotina da guerra.

O elenco é composto também por Annette Bening e o jovem Maksim Emelyanov.

Michel Hazanavicius, Bérénice Bejo e toda a equipe de The Search, apresentado em Competição, submeteram-se ao tradicional frente-a-frente com a imprensa.

Michel Hazanavicius, acerca da dificuldade em tratar um tema tão sensível como o de The Search: “Nunca tive a sensação de fazer filmes simples. Pelo menos nasceram todos de um desejo muito forte. Os constrangimentos do tema fazem parte dos elementos com os quais tem de trabalhar. O desejo deste filme é multiplicado, mas a razão principal era contar esta história que ninguém no cinema tinha ainda contado. Achava interessante colocar-me o mais perto possível do ser humano. Tentei trabalhar numa relação mais direta com as personagens e a história.”

Michel Hazanavicius, questionado sobre a pertinência em debruçar-se sobre este tema: “Quando começamos a interessar-nos pela Chechênia, a questão da pertinência sobre o tema já não se faz. Tem todos os ingredientes da guerra moderna. A guerra deslocou-se dos militares para as populações. Fala-se aqui de centena de milhares de mortes. As imagens foram controladas e orientadas. O facto das pessoas serem massacradas na indiferença geral, toca-me.”

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terça-feira, 20 de maio de 2014 Cannes 2013, Cinema | 20:00

Festival de Cannes 2014 – Dia 7: Marion Cotillard reina em Cannes com boatos de Oscar e Palma de Ouro para “Two Days, One Night”!

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"Deux Jours, Une Nuit" Photocall - The 67th Annual Cannes Film Festival

É sabido que Jean-Pierre e Luc Dardenne impõem respeito no Festival de Cannes – e isso se deve as duas vitórias dos diretores com a Palma de Ouro: “Rosetta” (1999) e “A Criança” (2005). E o retorno dos Dardenne cria sempre uma alta expectativa, e parece ter se elevado com a inclusão de Marion Cotillard como protagonista na nova produção, “Two Days, One Night”.

O longa é centrado em Sandra (Marion Cotillard) e seu marido (Fabrizio Rongione), que têm uma tarefa complicada para o final de semana: eles devem visitar os colegas de trabalho e convencê-los a abrir mão de seus bônus, para que o casal possa manter o seu emprego. Diante desse drama, a trama se desenrola.

Jean-Pierre e Luc Dardenne participaram da conferência de imprensa pelo filme em Competição. Para responder às perguntas dos jornalistas, os dois atores Fabrizio Rongione e Marion Cotillard estavam ao lado deles, bem como o produtor, Denis Freyd.

A solidariedade no centro de Deux jours, une nuit, conta Jean-Pierre Dardenne: “Procuramos concentrar como a solidarieadade que a Sandra encontra, como o apoio do marido, vão transformar esta mulher para que ela diga no fim “Lutei, estou feliz”.”

E Luc Dardenne completa: “Penso que ainda podemos ser solidários hoje. De qualquer modo, é o que o filme quer dizer.”

Marion Cotillard fala sobre o que levou os jornalistas a pensarem que as cenas eram improvisadas: “Para atingir esse sentimento de veracidade e essa impressão que é improvisado, há muito trabalho. nada é improvisado.”

Fabrizio Rongione sobre a importância dos ensaios no cinema dos irmãos Dardenne:Com os irmãos, o conceito de ensaio é fundamental, todas as cenas são ensaiadas. Fazemos várias capturas para chegar à junção quase perfeita  do conjunto dos atores e com o movimentos da câmara. O ensaio é uma palavra chave no cinema.”

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segunda-feira, 19 de maio de 2014 Cannes 2013, Cinema | 20:00

Festival de Cannes 2014 – Dia 6: “Foxcatcher” é considerado soberbo e torna-se o primeiro candidato sólido para o Oscar 2015! E “Map to the Stars” pode aproximar Julianne Moore de sua primeira estatueta!

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France Cannes Foxcatcher Photo Call

Hoje, Cannes foi um prato cheio para aqueles que gostam de prever os fortes candidatos para o Oscar do ano seguinte. Podemos dizer – que no momento – “Foxcatcher” ao estrear no festival é o primeiro candidato sólido (aparentemente) confirmado em uma corrida duradora para o Oscar 2015.

O filme é dirigido pelo famoso Bennett Miller e tem o trio Channing Tatum, Steve Carell e Mark Ruffalo como personagens centrais da trama. A produção conta a história real de quando o vencedor da medalha de ouro olímpico Mark Schultz (Tatum) é convidado pelo rico herdeiro John du Pont (Carell) a vir morar na sua magnífica propriedade familiar para o ajudar a criar um campo de treino topo de gama, na óptica dos JO de Seul de 1988, Schultz agarra logo a oportunidade: espera poder concentrar toda a sua atenção no seu treino e não sofrer mais por ser constantemente chateado pelo seu irmão, Dave (Ruffalo). Obcecado pelas obscuras necessidades, du Pont entende aproveitar o seu apoio a Schultz e da sua oportunidade em ‘dirigir’ lutadores com fama mundial para obter – afinal – o respeito dos seus pares e, especialmente, da mãe que o julga muito severamente. Lisonjeado por ser objeto de tanta atenção por parte de du Pont, e ofuscado pela opulência do seu mundo, Mark vê no seu benfeitor um pai de substituição, de que procura constantemente a aprovação. Se primeiro mostra-se estimulador, du Pont, muda de atitude e leva Mark a adoptar hábitos pouco saudáveis que podem comprometer o seu treino. O comportamento excêntrico do bilionário e o gosto pela manipulação não tarda a nada a diminuir a confiança em sim próprio do desportista, já frágil. Entretanto, du Pont interessa cada vez mais por Dave, que demonstra uma segurança que não tem. Aliás, Mark tem realmente consciência de que se trata de uma qualidade que mesmo a sua riqueza não pode comprar. Entre a paranoia crescente de du Pont e o seu afastamento dos dois irmãos, os três homens parecem precipitar-se para um fim trágico que ninguém poderia prever.

Bennett Miller e a sua equipe falaram aos jornalistas sobre o longa em Competição.

Bennett Miller sobre a sua abordagem temática: Quando comecei a ter conhecimento dessa história, sabia que havia temas que vão muito além, algo que nos reenvia a nós próprios e ao nosso país. Não é um filme político, é um filme que tenta compreender algumas dinâmicas como o declínio. Utilizámos um microscópio para observar o interior dessa história. Podemos compreender o universo usando um telescópio, mas também por vezes utilizando um microscópio.”

 Channing Tatum sobre o seu papel:A preparação foi intensa. Praticamos luta durante seis meses antes da filmagem. O Mark Schultz foi meu treinador para a luta. Sentia-me feliz com a sua presença na filmagem mas também estava apavorado”.

Mark Ruffalo quanto à preparação do seu papel:Exploramos as personagens com as pessoas que viveram essa história. Fomos um pouco como jornalistas que procuravam factos para perceber.”

Steve Carell sobre o filme:O filme era exatamente o que Bennett havia descrito no início. Por vezes seguimos caminhos desviados, mas reflete exatamente o argumento.”

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domingo, 18 de maio de 2014 Cannes 2013, Cinema | 20:00

Festival de Cannes 2014 – Dia 5: “The Homesman” de Tommy Lee Jones com Hilary Swank sai da cidade francesa para uma corrida Oscar 2015!

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Para muitos um domingo é tranquilo e até desanimador, mas isso está longe de ser verdade em Cannes. Hoje, o festival recebeu mais estrelas do que no dia da abertura do festival.

Entre os longas lançados, o esperado “The Homesman” dirigido pelo ator Tommy Lee Jones ganhou mais destaque diante dos seus concorrentes – não é todo o dia que um ator respeitado como Jones lança um longa, ainda mais na companhia de Hilary Swank, uma atriz vencedora de dois Oscars.

A trama do filme se passa em Nebraska, em 1855. A Mary Bee Cuddy (Swank), 31 anos, vive uma existência solitária numa cidade onde se teme Deus. É designada pelos membros da sua Igreja para levar para o Leste três mulheres que enlouqueceram. No caminho de Nebraska em direção ao Iowa, onde as mulheres poderão finalmente encontrar refúgio, a Mary Bee salva a vida do Briggs (Jones) que concorda ajudá-la na sua missão. Passam por tempestades e encontros perigosos com colonos, Índios e a dureza da região. O elenco ainda é composto por Meryl Streep, Hailee Steinfeld e John Lithgow.

Como se poderia esperar, a sala para a conferência de imprensa de “The Homesman” estava cheia. Tommy Lee Jones respondeu às perguntas dos jornalistas junto com as três atrizes: Hilary Swank, Sonja Richter e Miranda Otto. Ao lado deles, os quatro produtores Luc Besson, Michael Fitzgerald, Peter Brant e Brian Kennedy.

Tommy Lee Jones acerca do trabalho de documentação sobre a loucura, tema abordado no filme: “Lemos muitos livros, e um em particular sobre a loucura, nomeadamente nas mulheres no século 19. Aprendemos como tratar essas diferentes patologias. Pensava-se, na época, que para curar a esquizofrenia, era preciso mergulhar as pessoas em água gelada durante oito horas.”

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sábado, 17 de maio de 2014 Cannes 2013, Cinema | 20:00

Festival de Cannes 2014 – Dia 3 e 4: Dragões, estilistas, vingativos, bandidos e cowboys invadem a cidade francesa!

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Os dias estão passando rapidamente em Cannes! As apresentações dos longas tornam-se cada vez mais movimentadas. Nesta sexta (16/05) e sábado (17/05), houve uma diversidade de temas expostos pelos diretores e suas estrelas nas produções selecionadas pelo festival.

The Captives

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Rosario Dawson, Ryan Reynolds e Mireille Enos na conferência de imprensa de “The Captives” – © AFP

“The Captives” conta a história de Matthew (Ryan Reynolds), que estava dirigindo seu carro e parou para fazer uma rápida compra, deixando a filha de nove anos, Cass (Peyton Kennedy/Alexia Fast), no banco de trás. Ao retornar, ela desaparece sem deixar pistas. Os policiais Nicole (Rosario Dawson) e Jeffrey (Scott Speedman) assumem o caso, mas nada descobrem. A primeira pista sobre a garota surge seis anos depois, quando os policiais estão investigando uma grande rede de pedofilia. Para a surpresa de todos, Cass tem um importante papel na organização, já que é ela quem entra em contato com as crianças pela internet para atraí-las. Apesar disto, ela segue sendo mantida em cativeiro por seu raptor, Mika (Kevin Durand).

O diretor Atom Egoyan apresentou-se acompanhado por toda a equipa de Captives (The Captive), apresentado em Competição. O realizador evocou nomeadamente o que o levou a interessar-se pelas consequências de um rapto.

Atom Egoyan, acerca da criação do seu filme: “A ideia deste filme ocorreu-me quando estava na costa oeste do Canadá. Um rapaz acabava de desaparecer tragicamente num parque ao pé de mim. Aliás continuam ainda cartazes neste parque sobre esse assunto, mesmo sendo ele procurado desde há muitos anos. Esta notícia andou muito tempo na minha cabeça. E a história do filme tomou forma.”

O realizador evocou a sua visão das personagens masculinas do filme: “Penso que todos os homens erram, por vezes cometam erros graves, como raptar uma criança. Foi o sentimento da culpabilidade provocada pelos erros da vida que me fascinou. Cada ser humano vive com remorso. Tentamos sempre corrigir os nossos erros. O filme tenta sublinhar a psicologia das suas personagens.”

Ryan Reynolds, sobre a sua preparação do filme: Li o roteiro e consultei documentos lendo muitos artigos que falavam destes casos trágicos. Levam sempre na maioria do tempo ao desmoronamento da família e em particular da relação entre os pais. É uma espécie de desintegração ao passar do tempo. Esta história incrível mexeu muito comigo até porque o meu próprio irmão ajuda estas vítimas no Canadá num serviço da polícia.”

Kevin Durand revelou como recebeu este papel:Fiquei honrado e aterrorizado por me terem proposto este papel. O perfil da minha personagem assustou-me. Li muito acerca do tema e interessei-me por histórias similares para me impregnar. Disse para comigo que era um desafio a vencer que de ter de desempenhar um papel assim.

As reações dos críticos foram negativas em sua maioria. Confira, abaixo:

Variety: “O que faz o novo filme particularmente desanimador é que parece se engajar deliberadamente com figuras de linguagem, temas e imagens que os fãs leais vão se lembrar da carreira que definiu o trabalho do cineasta de quase duas décadas atrás, elevando as expectativas iniciais, talvez irracionais que pode estar sendo um retrocesso, e talvez até mesmo um retorno, na tomada”.

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quinta-feira, 15 de maio de 2014 Cannes 2013, Cinema | 20:00

Festival de Cannes 2014 – Dia 2: Mike Leigh encanta os críticos e volta a se aproximar da Palma de Ouro com “Mr. Turner”!

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Depois da desastrosa abertura de Cannes com o longa “Grace: A Princesa de Mônaco”, e da revolta dos críticos em relação ao longa atuado por Nicole Kidman; o diretor Mike Leigh traz sua magia no segundo dia do Festival com a produção “Mr. Turner”.

A trama do filme evoca vinte e cinco anos da vida do pintor britânico, J.M.W Turner (1775-1851). Artista reconhecido, membro apreciado embora indisciplinado da Royal Academy of Arts, e que vive na companhia do pai que também é seu assistente, e da sua dedicada governanta. Frequenta a aristocracia, visita os bordéis e alimenta a inspiração com as suas numerosas viagens. No entanto, o sucesso não o protege das eventuais críticas do público ou do sarcasmo da classe dirigente. Após a morte do pai, profundamente marcado, Turner isola-se. A vida dele muda quando encontra a Sra. Booth, proprietária de uma pensão de família à beira mar.

O diretor Mike Leigh e Timothy Spall (que interpreta Turner), bem como as duas atrizes Dorothy Atkinson e Marion Bailey estiveram presentes na cidade francesa para a estreia e a conferência de imprensa. O diretor de fotografia, Dick Pope, esteve também presente, bem como a produtora Georgina Lowe. Confira algumas passagens da conversa com a imprensa:

Mike Leigh sobre a vida do pintor Turner: “Foi um grande e sublime pintor radical. Foi-me possível fazer um conteúdo interessante graças à vida de um homem tão fascinante. Um realizador deve ter uma empatia para com o tema. A vida de Turner foi dura, senti essa empatia”.

Timothy Spall falou igualmente do seu trabalho de preparação: “Para não ser ridículo nas telas, levei tempo, dois anos, a aprender a desenhar e pintar. Trabalhei sobre as emoções dele. A relação com dele com a mãe deixaram-lhe cicatrizes no coração, ele estava repleto de anomalias emocionais, nomeadamente com as mulheres”.

Mike Leigh sobre a veracidade histórica do filme: “Já trabalhei num filme que se passava durante a época vitoriana, tinha aquela responsabilidade de criar uma verdade histórica. Mas havia também a necessidade de criar esta personagem para o filme. Havia portanto pesquisas a fazer e toda aquela soberba documentação… Mas não havia roteiro, como sempre”!

O fotógrafo Dick Pope sobre a luz do filme: “Encontrámos esta maravilhosa luz na Cornualha, foi um Verão dominado pela melhor luz possível para o filme”.

A recepção do longa não poderia ser uma das melhores para Leigh em Cannes. O diretor já ganhou, anteriormente, a palma de ouro com o cult “Segredos e Mentiras”, em 1996. Segue alguma das reações diante da nova produção, abaixo:

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