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domingo, 2 de março de 2014 Cinema, Oscar | 16:40

15 Carreiras Renascidas com indicações ao Oscar!

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Há atores e atrizes que em algum momento atraíram atenção do público e da crítica por algum filme. Foram verdadeiras sensações! Porém, as escolhas de novos papéis em filmes ruins ou medíocres abalaram à carreira e criaram uma imagem de descrença por parte da indústria cinematográfica.

Muitas das vezes, esses atores são bons ou excelentes, mas a falta de papel e popularidade foram fatores dominantes nas péssimas escolhas de seus projetos posteriores.

Além disso, existem aqueles atores que nunca foram bem aceitos pela crítica e que querem provar que são ótimos atores.

Por isso, em épocas raras, acontece desses atores desacreditados ou esquecidos obterem uma chance com um personagem desafiador e surpreende. E através de indicações ao Oscar, eles conseguem validar as suas atuações e receber os merecidos holofotes durante a época mais famosa da sétima arte. Essas nomeações para estes tipos de atores são consideradas como uma forma de renascimento das suas carreiras – nem sempre são uma garantia de um renascimento completo, mas é o suficiente para criar esperanças de que seja.

Pesquisamos e listamos os 15 famosos casos em que carreiras foram revividas com indicações ao Oscar! Veja, abaixo:

R1

Travolta conseguiu muito sucesso com “Os Embalos de Sábado à Noite”, tanto que foi indicado ao Oscar de Melhor Ator de 1978. Ele ainda conseguiu emplacar um sucesso consecutivo com “Grease: Nos Tempos da Brilhantina”, e se tornou o centro das atenções no final dos anos 70. Porém, a década de 80 não foi nada boa para o ator que si viu em filmes medianos com atuações pouco elogiadas pela crítica. Para alguns, a carreira de Travolta não iria sobreviver até o final dos anos 90. Então, surgiu a sua salvação! Um papel em “Pulp Fiction: Tempo de Violência” de Quentin Tarantino, que ele teve de lutar bastante para conseguir, pois Travolta estava com a moral muito baixa na indústria. O personagem Vincent Veja era totalmente diferente de tudo o que ele havia feito. Finalmente, Tarantino foi convencido e deu o papel. Não poderia ser melhor para Travolta, que pode mostrar o seu talento esquecido. Houve tanta comoção que ele conseguiu a sua segunda indicação ao Oscar de Melhor Ator. Na época, a indicação foi considerada o sopro de uma nova vida para carreira do ator. Travolta pode não ter conseguido fazer filmes tão bons depois de “Pulp Fiction”, mas graças a esse papel a sua carreira conseguiu sobreviver até os dias atuais. Além de ele ter conseguido entrar no mundo dos filmes de ação.

R2

A recente adição à lista obteve grande atenção do público com o personagem Harry Goldfarb em “Réquiem Para um Sonho” no ano de 2000. Leto foi bem elogiado por sua performance. Contudo, apesar dos esforços do ator em seus papéis posteriores, a crítica não estava convencida e isso se dava pelos longas mal produzidos ou mal dirigidos. Leto ficou extremamente decepcionado com a carreira, deixou de lado a atuação e se concentrou por anos na sua banda “30 Seconds to Mars”. Então, quando menos se espera… Jared conseguiu o papel cativante do travesti Rayon em “Clube de Compras Dallas”, e a crítica que desafazia de suas performances agora só dá elogios! Leto retornou ao cinema com tudo e recebeu a sua primeira indicação ao Oscar 2014, que selou como uma das carreiras que reviveram no ano 2013/2014.

R3

Antes de Meryl Streep existiu Bette Davis… Davis era uma atriz que se jogava sem medo em seus papéis, ela foi a rainha do cinema durante os anos 30, 40, e início dos 50. Até o ano de 1953, ela já havia recebido 10 indicações ao Oscar de Melhor Atriz – sendo 5 indicações consecutivas entre 1939 e 1943 – e ganhou dois Oscars por “Perigosa” (1936) e “Jezebel” (1939). Sendo que antigamente, atrizes com mais idade precisavam se aposentar, pois conseguir um papel era praticamente impossível. Davis tentou manter a carreira ativa, mas se viu na TV para sobreviver e participou de produções pouco respeitadas. Entre 1954 e 1960, Davis constatou que a sua carreira esfriou, e naquela época esse tipo de intervalo era o suficiente para acabar com a vida cinematográfica. Foi quando… Davis recebeu a proposta de trabalhar com sua arqui-inimiga Joan Crawford no suspense “O Que Terá Acontecido a Baby Jane?”, essa união das atrizes (agora “esquecidas”) seria uma grande publicidade. E foi! O filme recebeu uma ótima recepção dos especialistas e do público. As indicações ao Oscar elevaram ainda mais a produção que recebeu 5 nomeações, entre elas, de Melhor Atriz para Bette Davis – em uma das suas melhores atuações de todos os tempos. Davis observou a sua carreira sendo revivida com essa indicação, não garantiu muitos bons filmes posteriores, mas fez com que ela fosse novamente aceita para papéis – os longas que vieram foram na maioria suspenses.

R4

Quem nasceu nos anos 70, com certeza se lembra de “9 1/2 Semanas de Amor”. Em que os belos Mickey Rourke e Kim Basinger tinham um caso tórrido de amor – a cena da geladeira até hoje é muito recordada. Depois disso, Rourke virou um sex symbol e participou de uma sequência de filmes ruins, quando decidiu seguir a carreira de boxeador… Oi?! Rourke queria fazer 16 lutas profissionais e, em seguida, lutar pelo título mundial. No entanto, ele se aposentou após oito lutas e nunca teve a sua disputa pelo título desejado. Sua carreira no boxe resultou em graves lesões faciais que exigiram uma série de operações para reparar seu rosto danificado. Rourke voltou a atuar, mas em longas ainda nada bons – se no passado, ele tinha dificuldades para conseguir filmes, as coisas só ficaram mais complicadas. Até que o diretor Darren Aronofsky lhe deu uma chance única para interpretar um lutador profissional veterano no dramático “O Lutador”. Os holofotes se viraram novamente para Rourke, e ele conseguiu ser indicado ao Oscar de Melhor Ator, em 2009. Essa foi considerada uma das reviravoltas mais inesperadas da carreira de um ator nos últimos tempos. Rourke conseguiu reviver o seu trabalho, e agora ele pode ser visto em muitos blockbusters e filmes de ação.

R5

Lane começou bem jovem no cinema, mas nunca obteve muita atenção do público e da crítica. Ela participou de longas como “Ruas de Fogo”, “Chaplin” e “A Casa de Vidro”. Lane já havia feito 31 filmes e estava nos seus 36 anos quando surgiu o papel no longa “Infidelidade”. Podemos dizer que foi um verdadeiro divisor de águas, e com esse longa a atriz viu a sua carreira reviver. Ela teve a prova ao ser indicada como Melhor Atriz do Oscar de 2003; esse foi o empurrão necessário para que saísse da sua fase ruim para filmes mais populares. Lane passou a ser vista em produções do gênero romântico, e recentemente foi escolhida para interpretar Martha Kent – a mãe adotiva do Super-Homem em “O Homem de Aço”.

R6

Imagina a sua carreira ser revivida depois de 35 anos de profissão, aos 60 anos de idade… Isso aconteceu com Landau, que sempre foi um ator coadjuvante nos seus trabalhos e participou de longas clássicos, como “Cleópatra”. A atuação de Landau em ““Tucker – Um Homem E Seu Sonho” rendeu atenção da crítica e da Academia, que lhe deu a sua primeira indicação ao Oscar. Esses holofotes foram tão bons para o renascimento de sua carreira que ele fez um sequência de ótimos longas, e que deram novamente uma nova indicação de Melhor Ator Coadjuvante por “Crimes e Pecados” em 1990, e outra por “Ed Wood” em 1995 – atuação que deu a sua merecida estatueta. Landau continua trabalhando aos 85 anos!

R7

Swanson é verdadeiramente uma das lendas do início do cinema. Ela esteve envolvida com o cinema mudo entre as décadas 10 e 20 – ela foi indicada para primeira premiação do Oscar como Melhor Atriz por “Sedução do Pecado”; e diferente de muitas atrizes, ela conseguiu ultrapassar os limites do som, e fez variados filmes no início dos anos 30 – alguns bem sucedidos (por exemplo, “Tudo por Amor”, que lhe rendeu a sua segunda indicação ao Oscar) e outros nem tanto. Porém, por falta de papéis e vendo a sua carreira declinar, ela decidiu virar uma mulher de negócios e passou a aceitar esporadicamente papéis no cinema. Essa diminuição de participações no cinema a fizeram ser esquecida rapidamente pelo público – antigamente, Hollywood substituía velozmente as suas estrelas. No final dos anos 40, Swanson foi convidada por Billy Wilder para interpretar Norma Desmond, uma estrela decadente que não conseguiu se adaptar aos filmes sonoros. Coincidências à parte, Gloria foi corajosa e aceitou o papel. O longa foi um retumbante sucesso, e Swanson viu a sua carreira ser revivida com a sua terceira indicação ao Oscar de Melhor Atriz. Apesar do grande retorno às telas, ela dificilmente aceitava novos papéis, pois nenhum era suficiente para superar o sucesso anterior.

R8

Quem imaginaria que Robert Downey Jr. daria a volta por cima? O ator ficou mundialmente conhecido por interpretar Charles Chaplin no filme “Chaplin”, do qual recebeu uma indicação como Melhor Ator de 1993. Porém, pareceu que interpretar o adorável vagabundo não deu muita sorte, e ele caiu numa sequência de filmes que o fizeram ser esquecido gradualmente pelo público. Mas o ano de 2008 veio para ressuscitar a sua carreira! Ele aceitou um papel tão absurdo que deu certo! No longa “Trovão Tropical”, Robert mostrou o seu lado mais cômico, que divertiu o público e a crítica. Apesar de haver boataria de Oscar, muitos não conseguiam acreditar que a Academia iria honrar a sua atuação… eles estavam enganados! Robert recebeu a sua segunda indicação ao Oscar, agora como Melhor Ator Coadjuvante. Ele que vinha chamando atenção no início do ano anterior com o “Homem de Ferro”, obteve a confirmação de que a sua carreira havia renascido. Downey continua trabalhando bastante em filmes blockbusters, como as sequências do “Homem de Ferro” e “Sherlock Holmes”.

R9

Ellen dominou os anos 70, e recebeu 5 indicações ao Oscar neste período – tendo vencido, em 1975, como Melhor Atriz por “Alice Não Mora Mais Aqui”. Além disso, esteve no papel nomeado pela Academia no clássico de terror “O Exorcista”. No início de 1980, Burstyn ainda foi indicada a Melhor Atriz por “Ressurreição”. Mas… logo depois, a excelente atriz começou a declinar e receber poucos papéis no cinema. Assim, passou a fazer filmes para TV e até virou apresentadora de um Talk Show (cancelado depois de 13 episódios). Nos anos 90, Ellen voltou a ser mais vista em filmes, mas nada comparado com o passado. Então, o diretor Darren Aronofsky convidou Ellen para o filme “Réquiem Para um Sonho”, que ficou horrorizada ao ler o roteiro e rejeitou o papel. Foi só depois que ela assistiu “Pi” (1998), o filme anterior de Aronofsky – que mudou de ideia e aceitou o papel. E foi bom ela ter mudado de ideia. A espetacular atuação de Ellen Burstyn a levou ser indicada ao Oscar pela sétima vez. Apesar de não ter ganho, Ellen reascendeu a sua carreira. Aos 81 anos, Ellen tem quatro filmes para serem lançados em 2014, e três, em 2015.

R10

Em 1987, Lillian Gish fazia o seu último filme “Baleias de Agosto”. Segundo o diretor Lindsay Anderson, um dia ele disse para Lillian Gish, “Senhorita Gish, você acabou de me dar um perfeito close-up”. A co-estrela, Bette Davis, disse: “Ela deveria. A cadela o inventou”. Gish começou nos primórdios do cinema nos anos 10, e foi um sucesso até o final dos anos 20. A chegada dos efeitos sonoros atrapalharam o sucesso da atriz, que passou a se dedicar ao teatro – e isso se pendurou por quase toda a década de 30. Nos anos 40, Lilian tentou retornar ao cinema, e mesmo com o poderoso nome, ela havia perdido o seu posto para estrelas ascendentes como Bette Davis, Joan Crawford e Katharine Hepburn. O sucesso deu um empurrãozinho… e Lilian conseguiu o papel de Laura Belle McCanles em “Duelo ao Sol”, que foi uma retomada e renascimento de sua carreira cinematográfica; a Academia dessa vez não fechou os olhos e deu a sua primeira (e única) indicação ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante. Esse retorno fez com que o público valorizasse mais a lenda viva, que foi convidada para novos filmes e estreou na televisão nos anos 50. Em 1971, a Academia deu um Oscar honorário pela sua “arte superlativa e contribuição distinta para o progresso do cinema”. Gish teve uma carreira ativa até os anos 80, quando se aposentou, aos 94 anos.

R11

Quando Brando surgiu no filme “Uma Rua Chamada Pecado”, em 1951, ele se tornou a verdadeira sensação de Hollywood – “belo, jovem, sexy e talentoso” eram as palavras mais relacionadas com o ator naquela época. Ele foi indicado ao Oscar pelo papel, não ganhou, mas a carreira foi para a estratosfera. Os seus dois filmes seguintes lhe deram duas novas indicações ao Oscar de Melhor Ator – “Viva Zapata!” (1953) e “Júlio César” (1954). Brando conseguiu um feito incrível, e foi indicado pelo quarto ano consecutivo, pelo clássico “Sindicato de Ladrões” em que deu (finalmente!) a vitória do Oscar. Não demorou nem três anos, e ele conseguiu a sua quinta nomeação por “Sayonara” (1958) – o que alguns consideram como o último bom filme feito por ele até 1972. Em 1970, começava a pré-produção de “O Poderoso Chefão”, e o papel Don Vito Corleone precisava de um ator. Os atores Ernest Borgnine, Edward G. Robinson, Orson Welles, Danny Thomas, Richard Conte, Anthony Quinn, e George C. Scott foram considerados pela Paramount Pictures para o papel. O ator Burt Lancaster queria o papel, mas nunca foi considerado. Já o diretor Francis Ford Coppola queria Laurence Olivier ou Marlon Brando. O problema é que o filme anterior de Brando, “Queimada” (1969), tinha sido um terrível fracasso e ele também não conseguia trabalhar em filme americanos, sendo considerado por muitos produtores como “jornal velho”. No final, depois de muitas negociações, Brando conseguiu o personagem. A recepção do longa não poderia ser uma das melhores, e a atuação de Brando foi considerada uma ressuscitação de sua carreira. Ele obteve a sua sexta nomeação e segunda vitória do Oscar de Melhor Ator. Como ficou conhecido na história do Oscar, Brando não aceitou o Oscar e mandou uma atriz caracterizada como índia fazer o seu discurso de protesto. De qualquer forma, o ator renasceu e conseguiu estender a sua carreira. Além disso, a interpretação de  Vito Corleone é considerada uma das melhores de todos os tempos! Ele se tornou um verdadeiro ícone do cinema.

R12

Stone sempre foi uma linda mulher, e depois de atuar como Catherine Tramell em “Instinto Selvagem” (1992) tornou-se uma sex symbol. Contudo, os projetos que vieram antes e depois nunca foram bem recebidos pela crítica, que parecia ter dificuldades em aceitar a atriz; diferentemente do público, que a cada novo filme elevava ainda mais as bilheterias. Em 1994, começava a pré-produção de “Cassino”, e o grande diretor Scorsese procurava uma atriz para fazer a desafiante Ginger McKenna. Então, iniciaram os testes, as atrizes Nicole Kidman, Melanie Griffith, Rene Russo, Cameron Diaz, Uma Thurman e Michelle Pfeiffer foram consideradas para o papel. Traci Lords foi seriamente considerada após uma excelente audição. Madonna quase foi escolhida, mas Sharon Stone convenceu Martin Scorsese a lhe dar o papel. A crítica, por fim, elogiou Stone como sendo o melhor trabalho de sua carreira. A Academia legitimou e deu a cobiçada indicação para Stone como Melhor Atriz. Assim, a carreira foi renascida – mais no sentido de ser levada a sério pelos profissionais de cinema -, período que durou um bom tempo e se desfez depois de alguns filmes. Sharon continua atuando e pode ser vista em três novos filmes que estreiam ainda em 2014.

R13

Bainter tinha uma longa carreira no teatro quando começou no cinema aos 41 anos! Ao fazer o seu 5º e 6º filme, ela recebeu uma indicação dupla ao Oscar de 1939, por “Novos Horizontes” como Melhor Atriz, e por “Jezebel” como Melhor Atriz Coadjuvante – do qual ganhou a estatueta. Contudo, durante os anos 40, ela viu o declínio de sua carreira e dificuldade de encontrar novos papéis. Dessa forma, Bainter redirecionou a sua carreira e trabalhou apenas na Televisão durante toda a década de 50. Em 1961, ela voltou aos cinemas com o polêmico “Infâmia”, e foi indicada como Melhor Atriz Coadjuvante. Apesar de a carreira ter renascido, infelizmente, ela morreu 7 anos depois – “Infâmia” foi seu último filme.

R14

Aos 6 anos, Rooney já trabalhava como ator-mirim, ele ainda conseguiu fazer uma boa transição para adolescência que foi aceita pelo público americano. Em 1939, a Academia lhe deu o prêmio juvenil (a pequena estatueta do Oscar) por sua “contribuição significativa em trazer para a tela o espírito e a personificação da juventude, e definição de um alto padrão de capacidade e realização para atores juvenis”. Não demorou muito, e Ronney trouxe papéis mais adultos e sérios – assim, ele foi indicado em 1940, como Melhor Ator por “Sangue de Artista”; em 1944, como Melhor Ator por “A Comédia Humana”; e em 1957, como Melhor Ator Coadjuvante por “O Preço da Audácia”. Com a chegada dos 40 anos, Ronney percebeu a dificuldade em conseguir novos filmes, e teve de trabalhar mais na TV do que no cinema. A passagem pelos anos 60 e 70 diminuiu o seu valor no cinema, e a chegada de jovens estrelas parecia ter tomado todos os holofotes e produções. Em 1979, Mickey foi “redescoberto” em “O Corcel Negro”, onde a crítica elogiou muito a sua atuação. E a Academia também parece ter “lembrado” de sua existência e lhe deu a sua quarta indicação ao Oscar. Esse renascimento fez com que ele ficasse novamente bem popular, e num intervalo de 3 anos, a Academia deu o merecido Oscar honorário em ”reconhecimento de seus 50 anos de versatilidade em uma variedade de apresentações de filmes memoráveis”​​. Aos 93 anos, o lendário Ronney continua trabalhando.

R15

A verdade é que McConaughey nunca foi bem aceito pela crítica pelos seus filmes de comédia, romance e aventura. Há 5 anos, poucos apostariam que Matthew chegaria tão longe. Mas ele queria provar que era realmente um bom ator, e nos últimos anos começou a fazer interessantes filmes. Os especialistas passaram a se surpreender, e a olhar com desconfiança. Os filmes “Bernie”, “Obsessão”, “Amor Bandido” e “Magic Mike” anunciavam que algo maior estava para chegar. E chegou! McConaughey se transformou drasticamente para interpretar Ron Woodroof, e a crítica abraçou e babou em cima de sua performance. A indicação ao Oscar de Melhor Ator foi a prova final de que a sua carreira reviveu  –  agora, ele é bastante cotado para levar a estatueta. De qualquer forma, vamos ver como McConaughey vai aproveitar esse renascimento nos seus projetos futuros.

 

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